Quem é MAINARA?
Mas afinal...


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Metade baiana, metade pernambucana. 100% movida por criatividade, música, comunicação e amor.
Nasci em Recife, mas foi em Salvador que vivi minha infância e cresci e carrego muito disso até hoje. Costumo dizer que tenho o melhor dos dois mundos: metade pernambucana, metade baiana. Da Bahia, herdei a magia, os costumes, sotque e a forma leve de enxergar a vida. De Pernambuco, a inquietude criativ, riqueza cultural e a síndrom e de protagonista.
Nascida em 1998, sou filha da geração Z, com uma pitada de millennial. Cresci na era do Disney Channel, das comédias românticas dos anos 2000 em que toda protagonista trabalhava com comunicação, e do boom dos youtubers principalmente a Brit Crew, que eu era viciada e até hoje acompanho, já que o YouTube continua sendo minha plataforma preferida.
Essa mistura cultural definitivamente influenciou quem sou e a carreira que sigo hoje. Amo a câmera (mesmo quando estou atrás dela), sou criativa, extrovertida, mas ao mesmo tempo reservada e metódica. Um equilíbrio que traduz bem minha essência: Sol em Sagitário, Ascendente em Capricórnio.



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Sou criativa, comunicativa e extremamente organizada. Tenho muita energia mental e física, gosto de atenção mas não busco ela, amo gatos e sou fascinada por neurociência. Quanto mais leio sobre o funcionamento do cérebro humano, no aspecto biológico, social e aplicado ao marketing, mais quero aprender. E embora meu trabalho seja totalmente conectado ao online (e eu adore explorar tudo o que ele tem a oferecer), valorizo imensamente meus momentos offline, em contato real com as pessoas e com a natureza. É nesse equilíbrio que encontro clareza, inspiração e propósito.



A música é a maior paixão da minha vida, sou cantora por hobbie, e é ela que me preenche, nomeia o que não sei dizer e me lembra quem eu sou.
A escrita entrou cedo, lá pelos meus 12 anos, e nunca mais saiu. É meu espaço seguro, meu jeito de organizar a mente e de me comunicar de verdade. Se eu não escrevesse, não seria quem sou.
No fim, sempre foi sobre fazer acontecer.
Engraçado perceber que a gestão de projetos entrou na minha vida profissional muitos anos depois de já fazer parte da minha personalidade. Antes de organizar demandas, cronogramas e entregas criativas, eu já era a pessoa que organizava os rolês dos amigos, os trabalhos em grupo, as festas, as viagens e tudo aquilo que precisava de alguém para sair do “vamos ver” e virar plano.
Com o tempo, essa característica foi amadurecendo. O home office, principalmente, me ajudou a desenvolver ainda mais autogerência, disciplina, método e foco. Aprendi a criar meus próprios processos, sustentar uma rotina produtiva e manter as coisas caminhando mesmo quando ninguém está olhando.
Hoje, levo isso para o meu trabalho: gosto de dar forma às ideias, organizar o fluxo, cuidar dos detalhes e fazer as coisas acontecerem com clareza, consistência e propósito.
